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ABAIXO A CONDENAÇÃO DE ZÉ MARIA!
No dia vinte e sete de abril, o presidente do PSTU, Zé Maria de Almeida, foi condenado a dois anos pela justiça burguesa. Seu crime: denunciar o genocídio do povo palestino na Faixa de Gaza, que agora se estende ao Sul do Líbano, na implementação do projeto expansionista e colonialista israelense, exemplo cabal da política mais agressiva do imperialismo, levada a cabo por Trump, na busca por recuperar sua hegemonia frente ao avanço da influência da China. Essa política belicista não se manifesta meramente no plano das relações interestatais, mas, sobretudo, nas entranhas da luta de classes e no seio dos Estados burgueses, e a condenação de Zé Maria é a expressão disso.
O genocídio do povo palestino faz parte da política do imperialismo para todo o Oriente Médio, que dá carta branca para Israel avançar com seu projeto da “Grande Israel”, garantindo os interesses imperialistas na região. Desta feita, qualquer crítica ao genocídio dos palestinos acaba se contrapondo aos interesses econômicos dos grandes monopólios capitalistas, interesses esses organizados em consórcio para explorar as riquezas naturais, as matérias-primas e os trabalhadores na região do Oriente Médio.
É fato que, com o cada vez maior aprofundamento da crise do sistema capitalista, as disputas inter burguesas e interestatais se acirram e o belicismo passa a ser a saída imperialista; em vista disso, o povo palestino não estará livre debaixo da opressão e repressão de nenhum Estado burguês. Não estará livre do açoite dos interesses das burguesias árabes nem dos imperialistas. Não estará livre submetido aos grilhões do trabalho assalariado, no estrangulamento de sua força de trabalho, subordinado às reduzidas migalhas jogadas ao chão para sua degradada sobrevivência. A liberdade do povo palestino, assim como das massas árabes, está diretamente condicionada a transformação da situação atual em um levante revolucionário na região, que prepare uma vanguarda operária sob a bandeira da destruição do enclave de Israel e dos governos que apoiam os EUA até uma Federação de Repúblicas Socialistas do Oriente Médio e Magreb.
Nesse cenário, oferecemos nossa total solidariedade ao companheiro Zé Maria. Repudiamos quaisquer tentativas de silenciamento dos que denunciam e lutam contra os ataques e massacres sofridos pelos povos e trabalhadores ao redor do mundo!
A luta por sua absolvição, assim como qualquer luta anti imperialista só é possível nos marcos da luta de classes. Que as centrais sindicais e os sindicatos assumam a tarefa de organizar os trabalhadores, colocando na ordem do dia a democracia operária sob o princípio da independência de classe, lançando mão dos métodos históricos de luta, como a greve, piquetes e ocupações - que interferem diretamente no ponto nevrálgico do regime capitalista: a produção - à revelia dos métodos adaptados à democracia burguesa: os atos isolados, as moções de repúdio, os abaixo-assinados, os apelos ao parlamento e ao judiciário.
Pela derrubada da condenação do companheiro Zé Maria!
Pela unidade internacionalista dos trabalhadores!
Pela derrota do imperialismo!
Pela destruição do enclave israelense!
Pela vitória do povo palestino!
Periódico El Nuevo Curso #41
Por Un Congreso Educativo de Lucha
Derrotemos el plan de Kast
El gobierno prepara un ataque en regla contra los trabajadores y la juventud. Mediante el proyecto de ley miscelánea o de reconstrucción, busca transferir parte de la renta nacional a las arcas capitalistas para que los ricos se hagan más ricos y los pobres más pobres.
Esta pretendida medida de “emergencia” que ya comenzó a descargarse con el aumento de los combustibles prontamente se verá reflejada en el costo de vida de las familias trabajadoras.
Es lo que exige la política de alineamiento profundo al imperialismo en descomposición, mientras éste descarga sus bombas sobre escuelas y hospitales en países oprimidos como Irán o el Líbano junto a su enclave de ocupación y genocidio Israel, con quien el gobierno de Kast restableció sendas relaciones comerciales y diplomáticas.
Para que este ataque pase, debe golpear también sobre la juventud, que tiene la característica de salir a la lucha. Por ello, ya con la institucionalidad burguesa, está en aprobación la ley “escuelas protegidas” que es un intento de atacar la organización y lucha del movimiento secundario, estableciendo una política de persecución, vigilancia y expulsión, junto a un ataque a los métodos de lucha como la paralización de actividades como el paro o la toma, algo que nos solo apunta contra los estudiantes sino contra los trabajadores de la educación de conjunto. Este proyecto es continuidad de las políticas aplicadas por el gobierno de Boric con la aplicación de los RICE, que lograron record de expulsiones y cancelaciones de matrículas estudiantil, así como de la ley antitoma que permite el desalojo de escuelas, universidades y poblaciones.
También ataca a los estudiantes de las universidades, congelando la expansión de la gratuidad en el proyecto de ley, intentando elitizar aún más las mismas bloqueando o disminuyendo el acceso a los hijos de la clase trabajadora. A esto hay que sumarle el congelamiento de fondos, la eliminación de becas, programas de estudio, etc. La crisis que viven muchas universidades que golpean sobre trabajadores a contrata y honorarios, con planteles reducidos o sueldos impagos, se expandirá con las políticas de este gobierno.
Ya circula un borrador de ajuste donde llegan hasta quitarle la alimentación de jóvenes y niños que hoy por hoy muchas familias dependen de ello.
La juventud secundaria ya comenzó en varios liceos a levantar tomas y realizar paros. En las universidades también se han dado procesos de asambleas, y ya el gobierno montó un show mediático con el fin de criminalizar la protesta estudiantil ante una minifuna a la ministra Yanaconao.
Uno de los peores escollos que tenemos es la burocracia sindical y estudiantil. Desde las federaciones agrupaciones del FA y del las JJCC, pretenden posar de luchadores y ganarse un lugar desde donde poder llevar las luchas a los pasillos ministeriales que tanto les gusta, y desde donde sus orgánicas, utilizando el aparato burocrático militar del estado, desataron la represión contra los que luchan. Es necesario sacar las lecciones del rol de estas direcciones que, al igual que los Jackson, los Vallejos o los Boric, fueron la correa de transmisión de las políticas de la burguesía para liquidar el movimiento estudiantil, y que junto a la burocracia sindical conciliadora de la CUT impidiera su confluencia con la clase obrera para que se ponga a la cabeza.
Es necesario que levantemos organización impulsando un Congreso Educativo de Lucha, convocado desde los sindicatos de la educación, recuperando los centros y federaciones expulsando a la burocracia y organizando a la juventud como el batallón auxiliar en esta pelea.
1° de maio: Derrotemos o imperialismo! Por uma saída revolucionária em nível mundial!
1 de Maio
Em todo o mundo, segue se desenvolvendo uma etapa, a qual denominamos, de decomposição do imperialismo e de processos de assimilação dos ex-Estados operários. Assistimos a uma nova guerra travada pelo imperialismo estadunidense em aliança com o enclave de Israel, desta vez contra o Irã. Defendemos a nação oprimida e afirmamos que a derrota do imperialismo no Irã deve ser alcançada pela classe operária a frente de uma luta anti-imperialista, que implica, inevitavelmente, na tarefa de derrubar o governo teocrático e reacionário dos aiatolás iranianos.
O imperialismo norte-americano, atual direção desta fase do capitalismo imperialista, busca reverter a perda de sua hegemonia recorrendo ao poderio militar, como um de seus últimos recursos, dada a incapacidade de impor seu poderio econômico e a necessidade de recriar um novo equilíbrio instável. Este revés na guerra contra o Irã, embora circunstancial, não é um problema menor, pois debilita os EUA em relação a outras potências e, internamente, gerou uma crise política que poderá se manifestar, não apenas nas próximas eleições de novembro, mas que também pode aprofundar ações de massas que vêm gerando enormes mobilizações contra o governo.
Devemos deter as políticas belicistas do imperialismo em todo o mundo: pelo triunfo das massas iranianas contra os EUA e o enclave israelense; pelo triunfo da resistência palestina no Oriente Médio, destruindo o enclave israelense e todas as direções contrarrevolucionárias; para que os proletariados ucraniano e russo confrontem seus governos e desenvolvam uma guerra revolucionária para derrotar o processo de assimilação em curso; para que o proletariado chinês integre as lutas do proletariado mundial e enfrente o processo de assimilação do ex-Estado operário. Que desenvolvamos uma luta anti-imperialista contra o imperialismo estadunidense em nossa região e o avanço de sua política reacionária em direção à Cuba.
Os trabalhadores de todo o mundo devem enfrentar esta situação mundial com a força da nossa classe para destruir este sistema capitalista que só nos garante a superexploração e uma vida miserável.
O sistema capitalista atravessa uma crise histórica na organização das relações sociais de produção e nas suas formas de dominação. A economia mundial caminha para uma recessão com elementos de depressão, marcada por crises da dívida e processos inflacionários em grande parte do planeta.
Neste 1º de maio, reafirmamos nossa história como classe e erguemos firmemente as bandeiras da Comuna de Paris, da Revolução Russa, dos mártires de Chicago e dos dirigentes operários que morreram ou foram assassinados confrontando este sistema capitalista. Portanto, há 140 anos daquele 1º de maio, no qual a burguesia norte-americana assassinava os mártires de Chicago, é crucial retomar as tarefas dos revolucionários na luta contra o capitalismo e suas instituições, especialmente os Estados-nação. Lutamos pela destruição do Estado burguês e nos apoiamos na experiência da Revolução Russa e seu sistema soviético.
Recuperar as bandeiras do internacionalismo demanda, como tarefa central, a reconstrução da IV Internacional, para prover uma direção revolucionária a esse processo histórico, para regenerar uma vanguarda operária capaz de oferecer uma perspectiva marxista ao proletariado mundial. Reafirmamos a necessidade de convocar uma Conferência Internacional das correntes trotskistas que ainda reivindicam a ditadura do proletariado para discutir as tarefas postas frente a conjuntura mundial.
Para os trabalhadores latino-americanos, a tarefa é, de forma revolucionária, derrubar nossos governos e o imperialismo estadunidense. E que isso contribua para iniciar um processo anti-imperialista na América Latina que varra os governos bonapartistas sui generis e abra caminho, por meio da revolução operária e socialista, para a Federação das Repúblicas Socialistas da América.
Pela unidade internacionalista dos trabalhadores! Pela derrota do imperialismo!
Pelo triunfo das massas iranianas e pela expulsão do imperialismo da região!
Pela derrota do enclave israelense e pelo triunfo da resistência palestina!
Viva a luta da classe trabalhadora mundial! Viva a IV Internacional!
Pela derrota dos EUA e seu enclave sionista de Israel
O capitalismo tem de ser arrasado em nível mundial
O retrocesso de Trump, depois de ameaçar destruir uma civilização inteira na guerra contra o Irã, colocou em evidência uma vez mais a debilidade do decadente imperialismo. Também ficou evidente o desespero de Israel, que atacou o Líbano depois do acordo de trégua, dado que o cessar fogo prejudicava suas intenções de ficar com parte desse país.
O imperialismo norte-americano, a atual direção desta fase do capitalismo imperialista, tenta reverter sua perda de hegemonia recorrendo a seu poderio militar, como um de seus últimos recursos frente a impossibilidade de impor seu poderio econômico e na necessidade de recriar um novo equilíbrio instável. Este retrocesso, ainda que conjuntural, não é um problema menor, já que o debilita frente às outras potências e em nível interno lhe gerou uma crise política que não só pode se expressar nas próximas eleições de novembro, como também pode aprofundar as ações de massas que vem gerando enormes mobilizações contra o governo.
Mas, nem sequer esse poderio militar pôde dobrar o Irã, que respondeu com alguns ataques para desestabilizar os aliados dos EUA na região, centralmente aos países do Golfo, mas também a Israel, mostrando as debilidades de seu supostamente inexpugnável sistema de defesa antimísseis. Sem dúvida, o que mais causou danos ao imperialismo e à economia mundial em seu conjunto foi o fechamento do estreito de Ormuz, provocando um aumento do preço do petróleo e uma aceleração da inflação em nível mundial.
Este elemento mostra a podridão da classe capitalista, que em seu afã de sustentar este sistema e seus Estados e semi-Estados está disposta a nos levar a uma guerra e a maiores penúrias, para defender seus interesses de classe. Nos pronunciamos pela vitória do povo iraniano e pela derrota do exército ianque nesta guerra, mas não defendemos o regime brutal teocrático que foi imposto pelos aiatolás após a derrota do proletariado na revolução iraniana. O governo vinha sendo posto em cheque pelas massas com as enormes mobilizações dos últimos meses, resistindo à selvagem repressão e perseguições. Trump e Netanyahu quiseram arrancar das massas essa luta e utilizá-la como base de manobra para uma ruptura do regime em bases aos seus interesses. O fracasso desta tentativa mostra a potencialidade do proletariado iraniano e coloca em primeiro plano suas tarefas. Sustentamos que a derrota do imperialismo no Irã deve ser com a classe operária à frente dessa luta anti-imperialista, que expulse o governo e os aiatolás. É necessário que o proletariado petroleiro tome o controle do estreito de Ormuz e abra uma situação revolucionária na região, que prepare uma vanguarda operária que levante a bandeira da destruição do enclave de Israel e dos governos que apoiam os EUA até uma Federação de Repúblicas Socialistas do Oriente Médio e Magreb.
Esta tarefa é impossível de realizar se não se desenvolva uma solidariedade ativa internacional para enfrentar o imperialismo e seus aliados. O proletariado norte-americano que vem enfrentando o governo de Trump e seu braço paramilitar ICE, tem que dar um passo a mais freando a máquina bélica. Os trabalhadores da UE têm que expulsar os EUA das bases militares que tem na região, enfrentar seus governos que foram parte do genocídio em Gaza e que alguns hoje estão dando um apoio parcial às políticas de Trump no Irã. A classe operária dos ex-Estados operários deve atuar na guerra Rússia-Ucrânia defendendo a perspectiva de uma guerra revolucionária que derrote Zelensky, a OTAN e Putin para frear o processo de assimilação catastrófica que está se desenvolvendo na restauração capitalista. A classe operária chinesa tem o papel de enfrentar o governo do PCCH que é o fiador do acordo de trégua mediante a mediação do Paquistão e que vem a ser o fiador do genocídio em Gaza com a política de coexistência pacífica com o imperialismo norte-americano. Os interesses da burocracia contrarrevolucionária da China não são os interesses dos trabalhadores. Em sua sobrevivência de sustentar um rol de classe, a burocracia chinesa busca a restauração capitalista e sua inserção no sistema capitalista de forma diplomática, uma utopia reacionária, impossível de que aconteça de forma pacífica.
Na América Latina, é de vital importância derrotar o imperialismo na Venezuela, colocando abaixo o governo títere de Delcy Rodríguez, impedindo o ataque a Cuba e rompendo o bloqueio ianque. Devemos organizar nossa classe na região para derrotar os governos mais disciplinados ao imperialismo como o de Kast, Noboa ou Milei, assim como aqueles que posam de defensores de “soberania”, embora garantam sua dominação, como Lula ou Sheinbaum.
Nesse cenário mundial nós revolucionário temos que reagrupar nossas forças e nos organizarmos sob um programa transicional que impulsione uma luta anti-imperialista e a combine com tarefas socialistas para enfrentar o capitalismo em escala mundial e derrotá-lo.
Frente à magnitude da crise, a aceleração das políticas de guerra e as consequências para nossa classe, se torna urgente o chamado a uma Conferência Internacional com as correntes que ainda defendam a ditadura do proletariado. Fazemos este chamado diante da necessidade de abrir um debate no interior das correntes trotskistas, para reagrupar a vanguarda sob um programa revolucionário e poder intervir na situação internacional como direção revolucionária que aspire a que apareça uma nova geração que retome as tarefas históricas de construir o partido mundial da revolução, que nesta época é a reconstrução da IV Internacional.
Organicemos a la Juventud. Conquistemos el futuro
A menos de dos semanas de asumir el gobierno de extrema derecha de Kast, una movilización estudiantil de secundarios y universitarios colmaron las calles de Santiago, culminando con un amplio operativo represivo que incluyó zorrinos, guanacos y detenciones, como es habitual.
Y es que el estreno del nuevo gobierno se lució con una terapia de shock, al estilo Milei, donde anunció el recorte de fondos a salud y educación, cuestionamiento a becas y créditos estudiantiles, aumento en seco de los precios de combustibles (eliminando el MEPCO como atenuador) preanunciando su efecto multiplicador en el costo de vida, además de realizar una abultada transferencia de recursos hacia las arcas capitalistas vía exenciones a inmobiliarias y reducciones de impuestos al empresariado.
Un gobierno que se alineó al imperialismo de forma más inmediata y abierta que el anterior, restableciendo relaciones con el enclave genocida de Israel mientras descargaban las bombas sobre las escuelas en Irán, además de ofrecer desesperadamente los recursos naturales a las empresas imperialistas (tierras raras, eliminación de restricciones ambientales, etc), además de profundizar la militarización del país y las puestas en escena de políticas xenófobas.
La juventud vuelve al proscenio una vez más mostrando la necesidad de dar continuidad y a la vez superar los levantamientos o ensayos semiinsurreccionales como el de Octubre del 19, que intentaron cooptar y desviar con represión y ejercicios constituyentes propios de la democracia para ricos.
Sobre esta y otras movilizaciones se intentarán posar todo el séquito de sátrapas reformistas que acaban de salir de la Moneda, para intentar reeditar alguna suerte de “épica” de los “movimientos sociales” sobre los cuales posar sus aparatos reaccionarios.
No es verdad que la juventud secundaria en particular no luchara durante el gobierno de Boric. Por el contrario las suspensiones, sanciones, persecuciones y aplicaciones del RICE contra la organización estudiantil estuvieron a la orden del día. No hubo marcha sin reprimir.
En una situación mundial signada por las tendencias a la guerra generalizada, la juventud debe sacar las lecciones adecuadas de sus luchas y poner por delante sus desafíos programáticos. Luchas anteriores terminaron con una generación formada por las reaccionarias lógicas posmodernas del discurso que “construye realidad” mientras en la realidad gobernaban con el aparato reaccionario del estado para santificar la dominación de clases, allanando el camino a las tendencias más proimperialistas, que buscan modificar la relación capital trabajo en beneficio de las fuerzas del capitalismo imperialista en descomposición.
Ante el rezago de la intervención decidida de la clase obrera, se esparcirán las voluntades anarquistas que llevan a la disgregación y al individualismo pequeñoburgués. Los populistas y centristas intentarán forjar “frentes antifacistas” o “contra la derecha” con las alas izquierda de los despojos del anterior gobierno.
Es necesario forjar una juventud revolucionaria que se ponga como norte aliarse, como batallón auxiliar, a la clase obrera en cada lucha, impulsando la creación de sindicatos y la recuperación de manos de burócratas y amarillos de los mismos. La independencia organizativa de los centros de alumnos, tomando las escuelas y universidades para imponerse ante cualquier intentona represiva, es parte de estas tareas. Las lucha contra la guerra imperialista sobre un país oprimido como Iran, la defensa del pueblo palestino, la detención del genocidio, afectando la movilidad de puertos y producción de empresas imperialistas, como lo ensayó el año pasado el proletariado italiano, debe ser parte de nuestras banderas de lucha.
Una juventud que ante la agresión imperialista contra la clase obrera y el pueblo de la región, como en Venezuela o en Cuba, se levante para impulsar su derrota en toda línea.
Necesitamos una vanguardia juvenil que se organice en un partido revolucionario como sección nacional del partido mundial de la revolución socialista, la cuarta internacional reconstruida.
Paso a la juventud trabajadora
Derrotemos la agresión imperialista
Tomemos nuestras escuelas y universidades como centros de lucha y organización, y abramos sus puertas de par en par a los hijos de la clase trabajadora.
A derrotar cada uno de los planes del gobierno patronal
Kast, un gobierno que profundiza los ataques contra el pueblo trabajador
La arribada al gobierno de Kast y sus secuaces, como representante directo del empresariado, se ha apurado en “mostrarle” a la burguesía que puede ajustar y atacar aún más a las condiciones de vida de la clase obrera. Es por eso que apenas llegó al gobierno trató de aplicar un golpe de efecto con el retiro de decretos medioambientales, los anuncios de recortes de recursos para salud y educación, indultos en favor de represores que asesinaron a mansalva durante la semi insurrección del 2019, con el blindaje total a las policías, y un mayor alineamiento con el imperialismo con la cumbre escudo de las américas y la firma de una declaración conjunta de cooperación con Estados Unidos para el establecimiento de consultas sobre minerales críticos y tierras raras.
Pero esta política que se vislumbra para el gobierno de Kast, es una profundización y continuidad del gobierno de Boric, que se esforzó por enterrar todo vestigio del levantamiento de octubre del 2019, otorgándole impunidad a los represores, ley de gatillo fácil, militarización de la Araucanía, otorgando más flexibilidad laboral a los patrones con la ley de “40” horas, aprobando el TTP 11, etc.
El de Kast, a pesar de la votación del 58% equivalente a 7 millones de personas, es un gobierno débil, esto porque la burguesía no tiene una orientación o plan general de como se concretaran los ataques. El intento de imitar el modelo Milei del “schock” se hace un momento de declive de la hegemonía del imperialismo norteamericano, que lleva a cuesta una escalada guerrerista en medio oriente con intervenciones en Latinoamérica pero que desnudan su debilidad, en su afán de establecer un nueva relación capital trabajo en su competencia con China, de ahí también la discusión del cable chino, donde el imperialismo busca alinear a los gobiernos bonapartistas de Latinoamérica, incluyendo los más regateadores y retóricos como el “ chavismo” que con Delcy Rodríguez se ha subordinado a todos los dictámenes del imperialismo.
La guerra de Estados Unidos contra Irán, va a hacer disparar a los precios del petróleo, encareciendo toda la cadena de suministros y de producción mundial, las burguesías de los distintos países no tienen otra receta que la de descargar esta crisis en los hombros de la clase obrera y el pueblo como lo hará Kast, atacando las condiciones de vida, y con represión para cuando busquemos enfrentarla.
Los partidos ex oficialistas del PC y el Frente Amplio buscaran lavarse la cara, y engañar a las masas, pero sabemos por la experiencia que tanto gobiernos de ultraderecha como progres han atacado y reprimidos a la clase obrera y al pueblo.
Por un programa obrero de salida a la crisis.
Para enfrentar las consecuencias de las políticas guerreristas del imperialismo, los ajustes y ataques a la clase obrera, debemos desarrollar un programa obrero para la salida a la crisis, los trabajadores debemos confiar en nuestras fuerzas y métodos, debemos levantar el control obrero y la escala móvil de salarios y horas de trabajo, para atacar las bases de la anarquía capitalista, debemos enfrentar a todos los gobiernos ya sean de ultraderecha o progres, debemos pelear por un gobierno obrero.
La crisis capitalista es mundial, así como la clase obrera que puede darle una salida progresiva, comenzando por detener la guerra, tomando el control de la producción, paralizando la economía y la maquinaria de guerra y derrotando al imperialismo. Se hace necesario desarrollar una vanguardia en las filas del proletariado y la juventud, para levantar las banderas del partido de la revolución socialista mundial, la Cuarta Internacional reconstruida.
